Estamos assistindo a uma América do Sul cada vez mais fragilizada, a um Brasil assombrado pelo fantasma do comunismo, a uma Europa em crise e a uma Ásia marcada por conflitos, mesmo diante de tantos avanços tecnológicos.
Enquanto isso, a China se fortalece e amplia sua influência mundial, como em um verdadeiro jogo de WAR, conquistando espaços e expandindo seu poder. No Oriente Médio, os conflitos continuam provocando sofrimento e destruição, enquanto a grande superpotência parece aguardar o momento em que todos clamem por uma salvação.
E, nesse cenário, cresce o temor do uso de armamentos cada vez mais sofisticados e autônomos. Será que estamos caminhando para uma nova tragédia como a que o Japão enfrentou no passado?
Chegando perto dos 70 anos, uma análise fria da realidade me faz refletir sobre o futuro que nos espera. Estamos caminhando para uma república dominada pela inteligência artificial e por tantas outras transformações tecnológicas.
Passamos por 1929, 1945 e tantos outros acontecimentos históricos. Mas será que tudo isso foi apenas um aperitivo diante do que poderá acontecer até 2030?
Drones, robôs e sistemas autônomos poderão transformar radicalmente o planeta. Resta saber quais nações, quais riquezas naturais, quais terras raras e quais reservas de petróleo permanecerão de pé para servir a um único SENHOR.
E o mais preocupante é que praticamente tudo já está preparado:
- Comida artificial;
- Robôs autônomos;
- Veículos que dispensam motoristas;
- Comunicação global via satélite;
- Drones aéreos autônomos;
- Fome, pânico, inveja, solidão, falta de fé e uma sociedade cada vez mais fragilizada.
Reflita! O futuro já começou, e muita coisa continua na moda.
É revoltante observar o comportamento de tantos candidatos. Vestem suas roupas coloridas, apresentam discursos cuidadosamente preparados e tentam se transformar em representantes de todas as causas e de todos os segmentos da população.
A tônica das disputas políticas parece ser a busca pelos erros e escândalos dos adversários, muitos deles já conhecidos por todos.
Entretanto, acreditam que basta uma nova embalagem, uma película colorida ou uma mudança de aparência para convencer a população de que tudo mudou.
Mas a realidade é outra: mudar a imagem não significa mudar o caráter, os princípios ou as verdadeiras intenções.
O mundo está mudando rapidamente. A tecnologia avança, os conflitos se multiplicam e a política continua repetindo velhas práticas.
A grande pergunta é: estamos realmente evoluindo como humanidade ou apenas modernizando os instrumentos da nossa própria destruição?
E, neste domingo, o Brasil decidirá os rumos dos seus próximos dias.
Na minha visão, estaremos diante de uma escolha entre o retorno à verdadeira democracia, à ordem e ao progresso, ou a continuidade dos mais diversos escândalos e de práticas de corrupção que tanto indignam a população brasileira.
Quanto a mim, minha posição está definida: optarei pela primeira hipótese.
Manoelito Puentes
DRT 6455
