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Morreu Wagner Porto na cidade de Salvador

 


No inicio da tarde desta segunda-feira (02) de fevereiro, o médico Urologista DR. Wagner Coelho Porto, formado pela Universidade Federal da Bahia, membro da Academia Internacional e nacional de Urologia, faleceu na capital baiana. 

Na politica, Wagner foi candidato a prefeito da cidade de Ilhéus, porém não obteve êxito, ainda em Ilhéus, o mesmo foi Secretário de Saúde da cidade. Já em Salvador ele foi subsecretário de saúde da cidade.

Wagner Porto faleceu depois de uma cirurgia cardíaca, feita a mais de dois meses, cujo quadro se agravou no pôs operatório evoluindo para uma bronco pneumonia vindo a falecer.

Wagner tinha 77 anos – deixa mulher e dois filhos, Mariana Porto e Yuri Porto.

Wagner era Mineiro de Montes Claro, porém parte de sua vida foi na cidade de Ilhéus, recebeu título e passou parte de sua vida na cidade. Wagner Porto foi sócio fundador do Hospital Coci do Malhado. Em Salvador ele montou sua própria clinica de Urologia e Legista. A Bahia perde um dos maiores médicos da história.

O enterro será amanha ás dez horas da manhã na cidade de Salvador no Cemitério Jardim da Saudade.

OPINIÃO: Cacau da Bahia – Desafios e caminhos para fortalecer a renda do produtor

 

Artigo do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT-BA), líder do governo Jerônimo na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)



A cacauicultura é uma das atividades mais estratégicas da economia baiana. Além de gerar emprego e renda no campo, o cacau exerce papel fundamental na preservação da Mata Atlântica e projeta a Bahia no mercado internacional de commodities e chocolates de qualidade.

Diante de um cenário global marcado por oscilações e, em determinados períodos, pela queda dos preços, torna-se indispensável aprimorar políticas públicas e fortalecer, de forma integrada, toda a cadeia produtiva do cacau, com o uso dos tratos culturais, por exemplo, que desempenham um papel crucial no aumento da produtividade da lavoura, produzindo muitos mais do que 20 arrobas por hectare, sem aumentar os custos.

Um dos pontos centrais do debate atual é a necessidade de atualização dos instrumentos de política agrícola, especialmente aqueles relacionados a preço mínimo e crédito rural. É fundamental avançar no diálogo com o Governo Federal, para que essas ferramentas acompanhem a realidade dos custos de produção e dos riscos enfrentados pelo produtor. A adequação desses instrumentos é decisiva para garantir renda, previsibilidade e permanência do agricultor no campo.

Outro tema relevante diz respeito ao regime de Drawback, mecanismo importante para a competitividade da indústria exportadora. Em momentos específicos do mercado, é possível e necessário discutir ajustes que promovam maior equilíbrio entre os interesses da indústria e a valorização da produção nacional de cacau, evitando impactos negativos sobre o produtor.

O crédito para estocagem também se apresenta como uma alternativa estratégica. Ao ampliar o acesso a esse tipo de financiamento, o produtor ganha condições de não vender sua safra no pior momento do mercado, contribuindo para uma maior estabilidade de preços e para a redução da vulnerabilidade econômica no campo.

A aposta na qualidade, na origem e no valor agregado é outro caminho essencial. O cacau fermentado, com certificação de origem e inserido em cadeias de maior valor, tende a manter prêmios mesmo em cenários adversos. Investimentos em pós-colheita, Indicações Geográficas (IGs) e agroindustrialização significam mais desenvolvimento regional, geração de renda e fortalecimento da identidade do cacau baiano.

Nesse contexto, o sistema cabruca merece destaque especial. Patrimônio ambiental e produtivo do estado, ele alia produção agrícola à conservação da Mata Atlântica. Políticas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e iniciativas ligadas ao mercado de créditos de carbono podem ampliar a renda do produtor, ao mesmo tempo em que reforçam o compromisso com a sustentabilidade.

O fortalecimento da cacauicultura baiana passa, necessariamente, pela articulação entre o Governo do Estado, o Governo Federal, produtores, cooperativas e a indústria. É por meio desse diálogo permanente que será possível construir soluções duradouras.

Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, seguiremos contribuindo para esse debate, com o objetivo de assegurar que o cacau da Bahia continue forte, sustentável e capaz de gerar oportunidades para quem produz e para todo o estado.

*Rosemberg Pinto é deputado estadual e líder do governo Jerônimo na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)

NOVA LEI DA CNH: O FIM DAS AUTOESCOLAS OU O INÍCIO DE UM NOVO MERCADO?

 Por Gilson Nascimento

A recém-publicada Resolução CONTRAN nº 1.020, de 1º de dezembro de 2025, que altera de forma substancial as regras para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), acendeu um intenso debate em todo o país. De um lado, a promessa de redução de custos e menos burocracia para futuros motoristas. De outro, a preocupação com o futuro de milhares de autoescolas e o risco de precarização do ensino. A questão que se impõe é clara: estamos testemunhando o fim de um modelo tradicional ou o surgimento de uma nova era na formação de condutores?

Nos últimos anos, o processo para se tornar motorista habilitado no Brasil passou por transformações significativas. Antes da nova resolução, a última grande mudança ocorreu em 2020, com a Lei nº 14.071, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Entre as principais alterações, destacam-se a ampliação do prazo de validade da CNH — de cinco para dez anos para condutores com menos de 50 anos — e a flexibilização do sistema de pontos para a suspensão do direito de dirigir, estabelecendo os seguintes limites: 40 pontos, se não houver infração gravíssima; 30 pontos, se houver uma infração gravíssima; 20 pontos, se houver duas ou mais infrações gravíssimas.

A nova resolução, contudo, atinge o ponto mais sensível do sistema: a obrigatoriedade e o custo das aulas em autoescolas. A principal bandeira dos defensores da medida é a economia. O custo para obtenção da CNH é historicamente elevado para os padrões da maioria dos brasileiros, e a flexibilização das exigências é vista como uma alternativa para ampliar o acesso à habilitação.

É fundamental compreender, no entanto, que os altos custos nem sempre foram gerados exclusivamente pelas autoescolas. Ao longo dos anos, o processo de habilitação foi onerado por uma série de serviços agregados que escapavam ao controle direto dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), como taxas de entidades representativas, sistemas de monitoramento eletrônico, plataformas de agendamento e, em um episódio amplamente questionado, a exigência de simuladores de direção com fornecedor exclusivo. Esses custos, impostos por contratos vinculados a serviços públicos, acabavam sendo repassados ao cidadão, que arcava com a conta final.

A dimensão do problema é evidenciada por uma pesquisa recente do Ministério dos Transportes, que aponta que cerca de 60% das pessoas que conduzem veículos no país não possuem CNH, sendo os altos valores exigidos o principal fator de exclusão.

Foi para enfrentar esse cenário que a nova resolução foi concebida. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, o objetivo é criar um modelo mais acessível sem comprometer a segurança no trânsito. “Nosso objetivo é duplo: democratizar o acesso à CNH e, ao mesmo tempo, fortalecer a segurança no trânsito. Não estamos abrindo mão da qualidade. Pelo contrário, queremos que mais pessoas tenham acesso a uma formação de qualidade, tornando nossas ruas e estradas mais seguras para todos”, afirmou o ministro.

Longe de eliminar as autoescolas, a nova legislação reforça seu papel como o ambiente mais seguro e adequado para a instrução certificada. Com estrutura física apropriada, instrutores qualificados e veículos adaptados, os CFCs permanecem como a espinha dorsal do novo modelo. A mudança, segundo especialistas, deve provocar um reajuste natural na clássica lei da oferta e da procura.

Se antes o modelo de negócio se baseava em um número reduzido de alunos pagando valores elevados por pacotes extensos de aulas, o novo cenário aponta para dois perfis principais de clientes. O primeiro é o Motorista Experiente: uma grande massa de condutores que já dirige, mas nunca regularizou sua situação. Esse público tende a procurar os CFCs para cumprir a carga horária mínima exigida e obter a habilitação formal, representando um expressivo volume de matrículas. O segundo perfil é o Aluno Iniciante, que começará do zero e continuará demandando pacotes mais completos de aulas práticas e teóricas, essenciais para adquirir técnica, segurança e confiança para aprovação nos exames.

“Estamos prontos. Temos estrutura e expertise. O que veremos é um ajuste de mercado. Onde antes havia menos alunos pagando mais, agora teremos um volume muito maior de pessoas com necessidades diferentes. O faturamento pode crescer exponencialmente com a escala”, avalia o proprietário de um CFC em Itabuna, que, ao contrário de muitos, já se preparou para as novas demandas. Para as autoescolas, adaptar-se a essa nova realidade, oferecendo pacotes flexíveis e modelos de ensino diversificados, não é apenas uma questão de sobrevivência, mas uma oportunidade histórica de expansão. Além disso, a mudança pode contribuir de forma decisiva para um trânsito com mais motoristas habilitados, regularizados e, consequentemente, mais seguro.

Gilson Pedro Nascimento de Jesus Coordenador Técnico Regional do Detran-BA; Policial Militar da Reserva; Bacharel em Administração; Bacharelando em Direito; Especialista em Mobilidade Urbana e Trânsito; Pós-graduando em Direito e em Administração Pública; Perito em Acidentes de Trânsito.

Filha de Olavo de Carvalho é encontrada morta

 


O caso da morte de Heloisa de Carvalho Martin Arribas, filha do escritor e ideólogo Olavo de Carvalho, chamou atenção pela combinação de antecedentes familiares, histórico de exposição pública e circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. Ela foi encontrada morta em casa, em Atibaia, interior de São Paulo, na noite desta quarta-feira (7/1), e a investigação segue em andamento sob responsabilidade da Polícia Civil, que trata o caso com cautela e aguarda laudos periciais.

Como foi a morte da filha de Olavo de Carvalho?

Segundo informações oficiais, o corpo foi localizado por um amigo, que acionou as autoridades. A equipe policial chegou ao imóvel pouco antes das 23h e permaneceu no local até a madrugada do dia seguinte, realizando os primeiros registros e preservando o ambiente para perícia. As informações são da Revista Fórum.

A hipótese inicial é de suicídio, mas os investigadores aguardam laudos para definir a causa exata da morte. A dinâmica do que ocorreu dentro da residência, a ingestão de substâncias e o estado emocional de Heloisa ainda são peças em montagem no inquérito.

Quais substâncias foram encontradas na casa em Atibaia?

De acordo com o boletim de ocorrência, Heloisa foi encontrada deitada na cama, em decúbito dorsal. Ao lado do corpo, havia um copo com um líquido de coloração alaranjada, e na cozinha os policiais relataram ter visto bebida alcoólica e uma garrafa de água com resquícios de substância branca em seu interior.

Também foram recolhidos dois frascos vazios de Epilenil, medicamento anticonvulsivante à base de valproato de sódio, e um frasco de Nistatina, antifúngico, pela metade. No dia anterior à morte, Heloisa teria sido atendida em unidade de saúde com suspeita de intoxicação por medicamentos, tendo recebido alta após avaliação médica.

Como a polícia investiga a morte e analisa os laudos periciais?

A Polícia Civil trabalha com a análise das substâncias apreendidas e das condições em que foram localizadas, cruzando esses dados com o histórico clínico e o atendimento médico recente. O material recolhido será submetido a exames toxicológicos, enquanto o Instituto Médico-Legal (IML) conduz a necrópsia para apontar a causa médica da morte.

Em situações semelhantes, a investigação costuma seguir etapas padronizadas, que ajudam a montar a cronologia dos fatos e a afastar ou confirmar outras hipóteses além do suicídio:

  • Perícia no local, com registro fotográfico e coleta de vestígios.
  • Análise de prontuários médicos e histórico de uso de medicações controladas.
  • Oitiva de testemunhas próximas, como amigos, vizinhos e familiares.
  • Acompanhamento de laudos toxicológicos e da necrópsia do IML.
  • Cruzamento de horários entre atendimento médico, deslocamentos e contatos recentes.

Qual é o contexto familiar e público de Heloisa de Carvalho?

Heloisa ganhou notoriedade por suas divergências públicas com o pai e por disputas relacionadas ao espólio do escritor. Em dezembro de 2025, afirmou ter sido excluída do testamento de Olavo de Carvalho, mas disse que a medida não afetaria, em tese, sua estabilidade financeira, citando a legislação de direitos autorais e possíveis royalties.

Ela também declarou, à época, que o seguro de vida do escritor a teria como beneficiária. Além da esfera patrimonial, esteve envolvida em episódios de repercussão nacional, como a queixa-crime movida por Olavo em 2017, posteriormente arquivada, e a colaboração com o Ministério Público, em 2020, em investigações que envolveram Fabrício Queiroz e o endereço em Atibaia associado ao advogado Frederick Wassef.

Terrabrasilnoticias

Imagem : Heloisa e Olavo de Carvalho - Imagem: Reprodução/Heloisa de Carvalho Martin/Olavo de Carvalho/Amazon/Reprodução

Pão comido é esquecido.

Neste final de semana, o Condomínio Sol e Mar completou 9 anos. Estranho esse aniversário, não?

Afinal, o empreendimento foi concluído e entregue durante o governo do ex-prefeito Marão. Ainda assim, ninguém lembrou da data. Talvez a “assessoria” de imprensa, por estar em Salvador e por não ter estudado o produto, tenha simplesmente ignorado o fato. Ou talvez seja pura falta de conhecimento mesmo — o que ajuda a explicar por que o “marketing” em Ilhéus, sua principal base política, com projeção mínima de 15 mil votos, simplesmente não acontece.

Nem sempre apenas o “acadêmico” funciona. Como diz o ditado popular:
“Na prática, a teoria é sempre outra.”

O mesmo vale para certos blogueiros e parte da imprensa em geral que mamaram por oito anos. Alguns, inclusive, se dizem de “esquerda”, apesar de terem parentes nomeados no governo. Incrivelmente, seguem ativos até hoje.
Mas nenhum deles lembrou de registrar que o Condomínio Sol e Mar foi inaugurado naquela gestão.

Pão comido é esquecido.

Afinal, como dizia o saudoso amigo e irmão Antônio Olímpio:
“Político sem mandato é igual a casca de jaca: nem jegue quer.”

Mas…
o futuro será bem melhor.

CCJ aprova projeto que reconhece carteira de radialista como documento de identidade no Brasil

 


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (12), o Projeto de Lei 3030/2022, que reconhece oficialmente a carteira profissional de radialista como documento de identidade válido em todo o território nacional. A proposta altera a Lei nº 6.615/1978 e garante validade legal à carteira emitida por sindicatos ou federações devidamente registradas no Ministério do Trabalho, com exigência de renovação periódica.

A aprovação representa o fim de uma luta de quase 20 anos da categoria e foi comemorada por profissionais do setor e parlamentares que apoiam a causa. A deputada federal Yandra Moura (União-SE) celebrou o avanço e destacou o papel do ex-deputado André Moura, autor da proposta original apresentada em 2015, mas que havia sido vetada na época.

Ela também lembrou que é autora do Projeto de Lei 5461/2025, que estabelece o Piso Salarial Nacional dos Trabalhadores em Rádio e Televisão, fixado em R$ 4.236 para jornada de 30 horas semanais e com reajuste anual, iniciativa que tem apoio da FITERT e da FENARTE. Com a aprovação na CCJ, o Projeto de Lei 3030/2022 segue agora para análise do plenário da Câmara dos Deputados. Caso seja aprovado, o texto avança para o Senado antes de seguir para sanção presidencial.

FERROVIA DE INTEGRAÇÃO OESTE-LESTE DA BAHIA MUDA TRAÇADO E VIRA PRIORIDADE DO GOVERNO LULA

Fiol também será incluída no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal

O trecho 3 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) vai passar por uma mudança no traçado. A malha original que ligaria Barreiras a Figueirópolis (TO), agora pretende conectar Correntina a Mara Rosa (GO), um eixo de 840 km de extensão que cria uma rota direta de integração com a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico), em Mato Grosso.

Além disso, o governo federal vai oficializar a inclusão do novo trecho da Fiol no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos), além de sua adesão ao PND (Programa Nacional de Desestatização), segundo informações da Folha de S. Paulo.

O novo traçado foi decidido após estudos mostrarem que a via direta de conexão evita a passagem por um longo trecho da Ferrovia Norte-Sul, que tornaria o caminho mais longo e caro, devido a direito de passagem cobrado por empresas que já atuam na ferrovia.

A mudança foi realizada com base em estudos feitos pela Infra SA, em parceria com a International Finance Corporation. A inclusão no PPI só depende, agora, de aprovação final pelo Palácio do Planalto.

O enquadramento no PPI dá ao projeto caráter de prioridade nacional, com agilidade em seu licenciamento ambiental e destaque em ações de financiamento público, como acesso facilitado a linhas de crédito e estudos pelo BNDES e pela Caixa Econômica Federal.
Economia

Ainda de acordo com a publicação, os estudos de rotas chegaram a avaliar três alternativas, até concluir que o trajeto entre Correntina e Mara Rosa é o mais vantajoso. Segundo as análises, a nova rota pode gerar uma economia operacional estimada em R$ 1 bilhão, considerando a redução do pagamento de direito de passagem na FNS, ao longo do período de concessão.

Do ponto de vista de engenharia e socioambiental, o traçado via Correntina também teria menos dificuldades, com menor presença de territórios indígenas, quilombolas e áreas de proteção ambiental que o traçado original.

Segundo parecer técnico da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o investimento total estimado para implantação da Fiol 3 é de R$ 12 bilhões, valor que inclui obras civis, aquisição de equipamentos, sistemas de controle e sinalização.

O trecho de 840 quilômetros de extensão se somará à Fico e aos demais lotes da Fiol, alcançando cerca de 2,4 mil quilômetros, até chegar ao Porto Sul, em Ilhéus (BA).

O corredor é visto pelo governo como um dos principais vetores de redução de custos do transporte de grãos, combustíveis e minérios. A expectativa do Ministério dos Transportes é encaminhar o edital do traçado ao Tribunal de Contas da União no início de 2026, para realização do leilão no primeiro semestre.

Fonte A Tarde

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