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Novo PAC em Itabuna (BA) inicia obra de grande impacto para educação

 O programa destina R$ 25 milhões para novo campus do IFBA. Ministro Rui Costa participou de cerimônia que deu aval para obra e confirmou novos investimentos na região

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, assinou nesta quinta-feira (26) em Itabuna, Bahia, a ordem de serviço para o início da construção do novo campus do Instituto Federal da Bahia (IFBA) no município. A unidade integra o programa Novo PAC, coordenado pelo ministro, e vai receber R$ 25 milhões em investimentos.

“Itabuna já tem a Universidade Federal do Sul da Bahia, que foi o presidente Lula que trouxe. E agora a gente está aqui para iniciar a obra do Instituto Federal de Educação. Uma obra como esta significa oportunidade para toda região. Itabuna se consolida como polo de educação”, afirmou Costa.

O novo campus tem previsão de ofertar 1.200 vagas para estudantes em cursos profissionalizantes e curso superior. Presente em todos os territórios da Bahia, a unidade fortalece, conforme o ministro, a educação. “Tenho muito orgulho em representar o presidente Lula em uma agenda como esta. Temos 37 unidades do IFBA espalhados pela Bahia e estamos construindo mais oito, porque temos a certeza de que a educação é o que transforma a vida das pessoas”.

Foto: SECOM/ITABUNA
Foto: SECOM/ITABUNA

O prefeito do município, Augusto Castro, comemorou a abertura do canteiro de obras, com a expectativa de que as instalações possam ficar prontas antes mesmo do prazo em contrato, de 14 meses: “É um grande presente para toda a macrorregião”.

Mais ações

Rui Costa adiantou que as obras da Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e sua ligação ao Porto Sul são um projeto que posicionará a região em um novo patamar, com mudanças a partir da finalização de novas negociações. “Em breve, estarei aqui com um grupo empresarial que comprou a Bamin para anunciar a retomada total das obras da Ferrovia e do Porto Sul”, afirmou.

Durante o evento no município, também foi assinado um documento que deu início ao processo licitatório do sistema de tratamento e distribuição de água, que prevê melhorias e ampliação.

Após o evento, o ministro visitou o Hospital Manoel Novaes, que ganhará reforços para tratamento de câncer. Através do Novo PAC, um acelerador linear, no valor de R$ 9 milhões, que é um equipamento de alta tecnologia usado em radioterapia, passará a ser usado no atendimentos aos pacientes. Neste momento, o equipamento está instalado e as equipes, em treinamento para o adequado uso.

Acelerador linear trará melhorias ao tratamento de câncer dos cidadãos de Itabuna e Região | Foto: Ascom/CC
Acelerador linear trará melhorias ao tratamento de câncer dos cidadãos de Itabuna e Região | Foto: Ascom/CC

Ao desembarcar na região Sul, no município de Ilhéus, Rui Costa acompanhou ainda o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, no anúncio de autorização de R$ 70 milhões para requalificação da pista de pouso do aeroporto “para dar mais segurança nos voos e ampliar a capacidade”, explicou Silvio. O ministro da Casa Civil complementou: “É o governo do presidente Lula cuidando de Ilhéus, de Itabuna, da região Sul para mais turismo, desenvolvimento, emprego e renda”.


Mudança no RG pode barrar quem planeja viajar; VEJA DETALHES

 


Viajar é sempre um momento de empolgação, mas um detalhe esquecido na gaveta pode transformar o passeio dos sonhos em um pesadelo no portão de embarque. Muita gente ainda não se atentou, mas as regras para a identificação de passageiros mudaram e estão muito mais rigorosas. O antigo RG, aquele que muitos de nós carregamos há décadas, está com os dias contados para quem precisa voar.


A partir de agora, a fiscalização nos aeroportos está focada na validade e no modelo do documento apresentado. Se o seu documento estiver rasgado, com a foto muito antiga ou fora do novo padrão nacional, você pode ser impedido de entrar na área de embarque.

Prefeitura de Ilhéus e Sebrae alinham projetos para fortalecer a economia no município

 

A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação, realizou nesta quinta-feira (12) uma reunião com o Sebrae para alinhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da economia local.

Durante o encontro, foram discutidas ações como a implementação do projeto Indústria 360, iniciativa voltada ao fortalecimento da cadeia produtiva da construção civil. A proposta busca ampliar a competitividade do setor, promover capacitação e incentivar a inovação entre empresas e profissionais da área.

A reunião também abordou o planejamento de grandes eventos, como o Festival de Inovação e o Café com Empresários, que visam aproximar poder público, empreendedores e instituições.

Participaram do encontro o representante do Sebrae, Gildo Rorato, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação, Paulo Ganem, o diretor Ricardo Moreno e as gerentes Andrezza Andrade (Inovação) e Sirleide Santos Barbosa (Uso de Solo).

A reunião reforça o alinhamento entre a Prefeitura e o Sebrae em torno de iniciativas que contribuam para tornar Ilhéus uma cidade cada vez mais inovadora, competitiva e produtiva.



por Sucom

Prefeito o povo quer resposta: denúncia segue sem esclarecimento oficial

 


O carnaval passou, mas a farra continua. Ilhéus foi tomada de súbita surpresa com a denúncia grave efetuada pelo combatente vereador Dr. Tandick Resende de Moraes, conforme vídeo em anexo, denunciando que a sogra do presidente da universidade da "mamata" estaria nomeada na Secretaria de Agricultura e Pesca e que não frequentava o seu horário de trabalho. Mesmo após a denúncia, o secretário Milton Andrade Jr., de Agricultura e Pesca, não emitiu uma nota pública, nem muito menos se pronunciou a respeito. De igual modo, o prefeito Valderico Reis Junior tem feito ouvidos de mercador e cara de paisagem, como se as palavras o vento levasse e o povo não efetuasse cobranças para averiguações sobre essa grave denúncia.

Em nota pública, o presidente da "mamata" acusou o vereador Tandick Resende de Moraes de faltar com a verdade, vez que existem fotos, vídeos e lista de presença dos funcionários por ele nomeados, seja sua sogra, seja uma auxiliar. No entanto, conforme vídeo em anexo, o vereador Tandick fez uma visita in loco à universidade da "mamata", não encontrando não só o diretor, como também uma funcionária nomeada pelo PL, pois, segundo o vídeo, ambos se encontravam em Vitória da Conquista. Embora dois funcionários presentes no local tenham informado ao combatente vereador que estavam em reunião fora da base, o vídeo prova o contrário.

O povo quer saber se o prefeito Valderico Reis Junior vai fazer ouvidos de mercador e cara de paisagem ou se, no mínimo, ele emitirá uma nota pública, dando satisfação sobre essa denúncia.

Como o futuro não foi melhor,
A força vem do interior
Manoelito Puentes, DRT 6455/BA



https://www.instagram.com/reel/DUq9z3ZjoPY/?igsh=Y3AzZDJ3N3l1aWRm


Morreu Wagner Porto na cidade de Salvador

 


No inicio da tarde desta segunda-feira (02) de fevereiro, o médico Urologista DR. Wagner Coelho Porto, formado pela Universidade Federal da Bahia, membro da Academia Internacional e nacional de Urologia, faleceu na capital baiana. 

Na politica, Wagner foi candidato a prefeito da cidade de Ilhéus, porém não obteve êxito, ainda em Ilhéus, o mesmo foi Secretário de Saúde da cidade. Já em Salvador ele foi subsecretário de saúde da cidade.

Wagner Porto faleceu depois de uma cirurgia cardíaca, feita a mais de dois meses, cujo quadro se agravou no pôs operatório evoluindo para uma bronco pneumonia vindo a falecer.

Wagner tinha 77 anos – deixa mulher e dois filhos, Mariana Porto e Yuri Porto.

Wagner era Mineiro de Montes Claro, porém parte de sua vida foi na cidade de Ilhéus, recebeu título e passou parte de sua vida na cidade. Wagner Porto foi sócio fundador do Hospital Coci do Malhado. Em Salvador ele montou sua própria clinica de Urologia e Legista. A Bahia perde um dos maiores médicos da história.

O enterro será amanha ás dez horas da manhã na cidade de Salvador no Cemitério Jardim da Saudade.

OPINIÃO: Cacau da Bahia – Desafios e caminhos para fortalecer a renda do produtor

 

Artigo do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT-BA), líder do governo Jerônimo na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)



A cacauicultura é uma das atividades mais estratégicas da economia baiana. Além de gerar emprego e renda no campo, o cacau exerce papel fundamental na preservação da Mata Atlântica e projeta a Bahia no mercado internacional de commodities e chocolates de qualidade.

Diante de um cenário global marcado por oscilações e, em determinados períodos, pela queda dos preços, torna-se indispensável aprimorar políticas públicas e fortalecer, de forma integrada, toda a cadeia produtiva do cacau, com o uso dos tratos culturais, por exemplo, que desempenham um papel crucial no aumento da produtividade da lavoura, produzindo muitos mais do que 20 arrobas por hectare, sem aumentar os custos.

Um dos pontos centrais do debate atual é a necessidade de atualização dos instrumentos de política agrícola, especialmente aqueles relacionados a preço mínimo e crédito rural. É fundamental avançar no diálogo com o Governo Federal, para que essas ferramentas acompanhem a realidade dos custos de produção e dos riscos enfrentados pelo produtor. A adequação desses instrumentos é decisiva para garantir renda, previsibilidade e permanência do agricultor no campo.

Outro tema relevante diz respeito ao regime de Drawback, mecanismo importante para a competitividade da indústria exportadora. Em momentos específicos do mercado, é possível e necessário discutir ajustes que promovam maior equilíbrio entre os interesses da indústria e a valorização da produção nacional de cacau, evitando impactos negativos sobre o produtor.

O crédito para estocagem também se apresenta como uma alternativa estratégica. Ao ampliar o acesso a esse tipo de financiamento, o produtor ganha condições de não vender sua safra no pior momento do mercado, contribuindo para uma maior estabilidade de preços e para a redução da vulnerabilidade econômica no campo.

A aposta na qualidade, na origem e no valor agregado é outro caminho essencial. O cacau fermentado, com certificação de origem e inserido em cadeias de maior valor, tende a manter prêmios mesmo em cenários adversos. Investimentos em pós-colheita, Indicações Geográficas (IGs) e agroindustrialização significam mais desenvolvimento regional, geração de renda e fortalecimento da identidade do cacau baiano.

Nesse contexto, o sistema cabruca merece destaque especial. Patrimônio ambiental e produtivo do estado, ele alia produção agrícola à conservação da Mata Atlântica. Políticas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e iniciativas ligadas ao mercado de créditos de carbono podem ampliar a renda do produtor, ao mesmo tempo em que reforçam o compromisso com a sustentabilidade.

O fortalecimento da cacauicultura baiana passa, necessariamente, pela articulação entre o Governo do Estado, o Governo Federal, produtores, cooperativas e a indústria. É por meio desse diálogo permanente que será possível construir soluções duradouras.

Ao lado do governador Jerônimo Rodrigues, seguiremos contribuindo para esse debate, com o objetivo de assegurar que o cacau da Bahia continue forte, sustentável e capaz de gerar oportunidades para quem produz e para todo o estado.

*Rosemberg Pinto é deputado estadual e líder do governo Jerônimo na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA)

NOVA LEI DA CNH: O FIM DAS AUTOESCOLAS OU O INÍCIO DE UM NOVO MERCADO?

 Por Gilson Nascimento

A recém-publicada Resolução CONTRAN nº 1.020, de 1º de dezembro de 2025, que altera de forma substancial as regras para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), acendeu um intenso debate em todo o país. De um lado, a promessa de redução de custos e menos burocracia para futuros motoristas. De outro, a preocupação com o futuro de milhares de autoescolas e o risco de precarização do ensino. A questão que se impõe é clara: estamos testemunhando o fim de um modelo tradicional ou o surgimento de uma nova era na formação de condutores?

Nos últimos anos, o processo para se tornar motorista habilitado no Brasil passou por transformações significativas. Antes da nova resolução, a última grande mudança ocorreu em 2020, com a Lei nº 14.071, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Entre as principais alterações, destacam-se a ampliação do prazo de validade da CNH — de cinco para dez anos para condutores com menos de 50 anos — e a flexibilização do sistema de pontos para a suspensão do direito de dirigir, estabelecendo os seguintes limites: 40 pontos, se não houver infração gravíssima; 30 pontos, se houver uma infração gravíssima; 20 pontos, se houver duas ou mais infrações gravíssimas.

A nova resolução, contudo, atinge o ponto mais sensível do sistema: a obrigatoriedade e o custo das aulas em autoescolas. A principal bandeira dos defensores da medida é a economia. O custo para obtenção da CNH é historicamente elevado para os padrões da maioria dos brasileiros, e a flexibilização das exigências é vista como uma alternativa para ampliar o acesso à habilitação.

É fundamental compreender, no entanto, que os altos custos nem sempre foram gerados exclusivamente pelas autoescolas. Ao longo dos anos, o processo de habilitação foi onerado por uma série de serviços agregados que escapavam ao controle direto dos Centros de Formação de Condutores (CFCs), como taxas de entidades representativas, sistemas de monitoramento eletrônico, plataformas de agendamento e, em um episódio amplamente questionado, a exigência de simuladores de direção com fornecedor exclusivo. Esses custos, impostos por contratos vinculados a serviços públicos, acabavam sendo repassados ao cidadão, que arcava com a conta final.

A dimensão do problema é evidenciada por uma pesquisa recente do Ministério dos Transportes, que aponta que cerca de 60% das pessoas que conduzem veículos no país não possuem CNH, sendo os altos valores exigidos o principal fator de exclusão.

Foi para enfrentar esse cenário que a nova resolução foi concebida. Segundo o ministro dos Transportes, Renan Filho, o objetivo é criar um modelo mais acessível sem comprometer a segurança no trânsito. “Nosso objetivo é duplo: democratizar o acesso à CNH e, ao mesmo tempo, fortalecer a segurança no trânsito. Não estamos abrindo mão da qualidade. Pelo contrário, queremos que mais pessoas tenham acesso a uma formação de qualidade, tornando nossas ruas e estradas mais seguras para todos”, afirmou o ministro.

Longe de eliminar as autoescolas, a nova legislação reforça seu papel como o ambiente mais seguro e adequado para a instrução certificada. Com estrutura física apropriada, instrutores qualificados e veículos adaptados, os CFCs permanecem como a espinha dorsal do novo modelo. A mudança, segundo especialistas, deve provocar um reajuste natural na clássica lei da oferta e da procura.

Se antes o modelo de negócio se baseava em um número reduzido de alunos pagando valores elevados por pacotes extensos de aulas, o novo cenário aponta para dois perfis principais de clientes. O primeiro é o Motorista Experiente: uma grande massa de condutores que já dirige, mas nunca regularizou sua situação. Esse público tende a procurar os CFCs para cumprir a carga horária mínima exigida e obter a habilitação formal, representando um expressivo volume de matrículas. O segundo perfil é o Aluno Iniciante, que começará do zero e continuará demandando pacotes mais completos de aulas práticas e teóricas, essenciais para adquirir técnica, segurança e confiança para aprovação nos exames.

“Estamos prontos. Temos estrutura e expertise. O que veremos é um ajuste de mercado. Onde antes havia menos alunos pagando mais, agora teremos um volume muito maior de pessoas com necessidades diferentes. O faturamento pode crescer exponencialmente com a escala”, avalia o proprietário de um CFC em Itabuna, que, ao contrário de muitos, já se preparou para as novas demandas. Para as autoescolas, adaptar-se a essa nova realidade, oferecendo pacotes flexíveis e modelos de ensino diversificados, não é apenas uma questão de sobrevivência, mas uma oportunidade histórica de expansão. Além disso, a mudança pode contribuir de forma decisiva para um trânsito com mais motoristas habilitados, regularizados e, consequentemente, mais seguro.

Gilson Pedro Nascimento de Jesus Coordenador Técnico Regional do Detran-BA; Policial Militar da Reserva; Bacharel em Administração; Bacharelando em Direito; Especialista em Mobilidade Urbana e Trânsito; Pós-graduando em Direito e em Administração Pública; Perito em Acidentes de Trânsito.

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