Fala Manoelito
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Abra os zoios menino da rádia




Se o “menino da rádia”, que não tem liderança nem articulação política de expressão, tampouco um grupo político consolidado, não conseguir articular uma candidatura própria, terá dificuldades imensas — verdadeiramente hercúleas — em seu projeto de reeleição.

Embora um chegado seu ache e opine que “os amadores venceram a eleição de 2024”, é preciso pontuar que cada eleição tem suas peculiaridades. Não se pode analisar uma disputa eleitoral apenas pela ótica da experiência ou da inexperiência dos seus protagonistas.

Nada contra a pessoa do ex-prefeito ou do ex-presidente da Câmara, integrantes da federação União Brasil/PP. Mas, na prática, a dupla detém influência sobre uma parcela significativa do governo e mantém, com isso, não apenas alinhamento político, mas também expectativa de poder e, sobretudo, instrumentos de pressão contínua.

Haja vista que o tão propalado “apoio” efetivamente não se concretizou da forma como alguns tentam apresentar. O que houve, na avaliação deste articulista, foi a retirada de uma candidatura que caminhava para o insucesso e que, caso permanecesse, poderia abrir caminho para a vitória do PT.

O outro lado também tentou impor uma candidatura de uma pessoa ainda desconhecida da política local e sem pertencimento histórico à vida política de Ilhéus. Foi então que um velho político — ou, como alguns preferem chamar, um decano da política regional —, com forte liderança e um grupo unido e coeso, inteligentemente construiu um acordo que se mostrou extremamente exitoso.

O movimento reuniu pessoas e candidatos que, ao vislumbrarem a possibilidade de vitória dos chamados “amadores”, capitaneados pelo jovem que tinha como principal capital eleitoral o nome de Valderico Luz Reis, decidiram mudar o jogo.

Valderico Reis, o “Valderico meu povo”, tornou-se uma figura pública marcada pelo carinho de parte da população de Ilhéus, cidade que ele costuma chamar carinhosamente de “Ilhéuszu”, com seu jeito simples e peculiar de falar.

Vale recordar, entretanto, que forças políticas da época lhe aplicaram um golpe político e contribuíram para a retirada de um mandato que, na visão de seus apoiadores, havia sido outorgado por Deus e pelo povo de Ilhéus.

Segundo essa interpretação, pessoas que haviam sido fragorosamente derrotadas nas urnas e algumas delas sem mandato popular utilizaram suas prerrogativas políticas para construir um processo que culminou em sua cassação, em meio à controvérsia envolvendo atrasos deliberados e articulados no repasse do duodécimo destinado à Câmara de Vereadores.

Também me recordo de um episódio que, embora tenha se perdido no tempo, permanece vivo na memória de quem acompanhou aquela época.

Eu havia advertido Valderico sobre a existência de um suposto “mensalinho” comandado por um ex-vereador, já falecido. Naquele momento, a orientação era de que não seria de bom alvitre interromper aquela prática. Posteriormente, o caso veio à tona e provocou um verdadeiro “bololô” político.

Lembro-me como se fosse ontem. Era um sábado. Valderico “meu povo” estava, como sempre, sentado entre as bombas de gasolina de um posto de sua propriedade, tomando uma latinha de energético, quando conversamos sobre o assunto.

Existem momentos na vida de um pretenso líder em que se torna necessária uma verdadeira virada de mesa.

E é justamente aí que entra outra história política de Ilhéus, ocorrida entre as paredes do então Palácio Paranaguá, sede do Governo Municipal.

Naquela ocasião, um arrogante e poderoso “coroné” do cacau, conhecido por sua capacidade de articulação, teria tentado pressionar o então jovem prefeito Jabes Ribeiro.

Mas o jovem filho do saudoso Ribeiro teria sido direto ao responder, em síntese:

“Sou grato pelo seu apoio. Todavia, quero alertá-lo que estou prefeito e quem determina algumas coisas sou eu, principalmente as inerentes ao comando político. Se isso não lhe satisfaz, siga o seu rumo, que eu seguirei com o governo que o povo me outorgou.”

Daí em diante, Ilhéus conhece a história.

Jabes Ribeiro foi prefeito por mais de uma vez, deputado federal, secretário de Estado e, mesmo sem ter recebido um único voto no último pleito, continua liderando um grupo político e, em determinadas circunstâncias, demonstrando ter mais força e poder de articulação do que o próprio “Juninho”, legitimamente eleito pelo povo de Ilhéus.

E é exatamente essa a questão que precisa ser colocada na mesa.

Se os “amadores”, os chamados “menudos”, e o próprio jovem prefeito querem realmente construir um projeto de reeleição e, posteriormente, entrar para a história como o prefeito dos 500 anos de Ilhéus, será necessária uma virada de mesa.

Literalmente.

Uma das primeiras decisões estratégicas deverá ser a construção de uma base política própria, inclusive com a escolha de um presidente da Câmara para o próximo biênio que esteja alinhado ao seu projeto — alguém que faça parte do seu grupo, se é que esse grupo já está efetivamente consolidado.

A presidência da Câmara que antecederá a próxima eleição poderá ter peso significativo na organização das forças políticas que estarão em campo.

Depois disso, virá o verdadeiro teste: enfrentar nomes como Marão, Bebeto, Adélia e tantos outros que poderão surgir até a eleição dos 500 anos de Ilhéus.

Nada pessoal contra ninguém. Nem contra Porto, nem contra Ribeiro.

Mas política é política.

E quem deseja liderar precisa, antes de tudo, construir liderança.

Quem deseja disputar uma eleição precisa ter grupo.

E quem deseja vencer precisa entender que eleição não se ganha apenas com mandato, cargo ou estrutura de governo. Ganha-se também com articulação, alianças, confiança, presença política e capacidade de reunir pessoas em torno de um projeto.

No final das contas, a história de Ilhéus mostra que ninguém é dono absoluto da política.

O poder muda de mãos.

Os grupos se reorganizam.

As alianças se transformam.

E, quando chega a hora da urna, é o povo quem dá a palavra final.

A força vem do interior.


Manoelito Puentes

DRT 6455

Comunidade se mobiliza para recuperar ponte na Tranquilidade



Nesta quinta-feira, o presidente do Sindicato dos Radialistas, Manoelito Puentes, esteve na ponte da Comunidade da Tranquilidade para acompanhar de perto o mutirão realizado pelos moradores para recuperar a estrutura, que caiu e deixou a comunidade com dificuldades de acesso.

Diante da ausência do poder público, os próprios moradores decidiram se unir e colocar a mão na massa. Em parceria com a Associação AMAREA, a comunidade está realizando o trabalho de recuperação da ponte, demonstrando força, união e compromisso com o lugar onde vive.

A situação evidencia o abandono enfrentado por comunidades do interior, que muitas vezes precisam buscar soluções por conta própria para garantir condições básicas de acesso e mobilidade.







O voto que será decisivo nestas eleições







Na reta final da campanha, todos os candidatos têm buscado falar com as mulheres atrás de voto. Segundo as estatísticas mais recentes do TSE, 53% do eleitorado é feminino. E no recorte específico detalhado pelo Instituto Datafolha para a pesquisa espontânea, 26% das mulheres ainda não sabiam em quem votar. Entre os homens, o percentual era de 14%.


Na reta final da campanha, todos os candidatos têm buscado falar com as mulheres atrás de voto. Segundo as estatísticas mais recentes do TSE, 53% do eleitorado é feminino. E no recorte específico detalhado pelo Instituto Datafolha para a pesquisa espontânea, 26% das mulheres ainda não sabiam em quem votar. Entre os homens, o percentual era de 14%.

“Sem dúvida, existe hoje uma 

consciência

muito maior sobre a importância do voto das mulheres. Estamos falando de mais da metade do eleitorado. São elas, ao final, que, talvez, decidam quem vai ser eleito”, diz Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Muito além das promessas e discursos, é importante avaliar a consistência das propostas dos candidatos e candidatas. “Compromisso sem meta, orçamento e prazo dificilmente se transforma em política pública concreta”, pontua Palayret, que é graduada em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Políticos – Science Po (França) e mestre em Direitos Humanos e Democratização.

“No Brasil, a violência e as desigualdades de gênero e raça ainda limitam o acesso das mulheres ao poder, à renda, ao cuidado, à proteção social e às respostas à crise climática”, aponta documento da ONU Mulheres recém-lançado com 10 propostas dirigidas às candidatas e aos candidatos, aos partidos e a toda a sociedade.

ENTRAVES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES

A maior parte das propostas listadas no documento aponta o financiamento como um entrave importante para a implementação de políticas. “A questão não é apenas se há recursos. Precisamos saber se esses recursos são previsíveis e, sobretudo, se são efetivamente executados. Muitas vezes, estão anunciados, mas depois você não sabe se foram ou não executados”, afirma a representante da ONU Mulheres.

O Brasil já deu um primeiro passo ao incorporar uma agenda transversal para as mulheres no planejamento plurianual do governo federal. Apesar do avanço, ainda não sabemos, segundo ela, quanto o poder público, nos diferentes níveis, destina e executa efetivamente para políticas que promovam igualdade de gênero, por exemplo. Políticas como a de cuidado, enfrentamento à violência e autonomia econômica estão distribuídas entre diferentes ministérios e também entre a União, estados e municípios, o que torna o cálculo complexo.

“Uma das propostas é justamente avançar para um orçamento com mecanismos que permitam identificar, acompanhar e tornar público quanto está sendo destinado e efetivamente executado nessas políticas porque não basta ter um recurso autorizado no papel”, defende. “Para manter uma creche, uma casa de acolhimento para vítimas de violência e um serviço de atendimento que funcione, você precisa de um financiamento previsível e contínuo. É isso que ainda hoje é um problema.”

PREVENÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

Outra questão importante trazida pelo documento é a prevenção da violência contra as mulheres. “São pelo menos quatro mulheres mortas por dia. Não podemos atuar somente depois que a violência aconteceu. Precisamos investir de forma consistente para evitar que ela aconteça”, alerta Palayret, que chama a atenção também para a questão da raça. “Quando falamos em mulheres, como se fosse um grupo homogêneo, deixamos de enxergar desigualdades que são muito importantes no Brasil. Mulheres negras, indígenas e de outros grupos enfrentam barreiras adicionais que precisam aparecer tanto no diagnóstico quanto nas respostas.”

Para Gallianne, a prevenção é o que vai permitir, no longo prazo, a redução da violência contra as mulheres de maneira duradoura. Dada a dimensão – e a escalada – dessa violência, há, no entanto, ações que precisam ser tomadas já. “Primeiro, fazer com que as medidas protetivas funcionem no tempo necessário para proteger uma vida. Isso significa uma concessão rápida dessas medidas, monitoramento efetivo do descumprimento e uma melhor articulação entre polícia, Justiça e rede de atendimento”, enumera.

Segundo ela, também seria importante utilizar as boas práticas que já existem no Brasil em relação à Casa da Mulher Brasileira, um centro integrado que reúne serviços especializados de acolhimento, proteção e Justiça para mulheres em situação de violência doméstica e familiar.

Nem todo o município brasileiro tem um serviço especializado. Garantir uma porta de entrada para as vítimas de violência em todo o território nacional é fundamental, assim como capacitar os serviços que já existem, como a atenção básica de saúde, Cras, Creas, escolas, delegacias, entre outros, para que eles possam ajudar a identificar situações de violência, acolher e encaminhar corretamente essas mulheres e meninas, acrescenta a representante da ONU Mulheres.

IMPLEMENTAÇÃO DA POLÍTICA NACIONAL DE CUIDADOS

Além do direito a uma vida sem violência, o documento da ONU Mulheres chama a atenção para o direito de cuidar e ser cuidada, uma questão que “precisa ganhar mais espaço no debate público”, segundo Palayret. “O cuidado ainda é tratado muitas vezes apenas como uma questão social, até individual, quando também é uma questão econômica, de infraestrutura, de participação das mulheres no mercado de trabalho e na vida pública”, diz.

As brasileiras dedicam, em média, 21,3 horas por semana a afazeres domésticos e cuidados de pessoas; os homens, 11,7. São quase dez horas a mais, que faltam para estudar, trabalhar, descansar e participar da vida pública. Para as mulheres pretas e pardas, a sobrecarga é ainda maior: 1,6 hora acima da média das mulheres brancas.

“O Brasil já tem uma política nacional de cuidados e isso é uma conquista importante. O problema já não é a ausência de um marco normativo”, diz Gallianne Palayret. Mais uma vez, o desafio é garantir recursos previsíveis e a articulação entre diferentes níveis de governo. “Cuidado é um serviço permanente, não um projeto pontual. Sem recursos previsíveis, fica difícil”, afirma, acrescentando que também é importante “olhar para a realidade concreta das famílias”. “Uma creche que fecha às 17h, por exemplo, não resolve o problema de uma mulher que trabalha até as 18h”, exemplifica.

O MACHISMO É UM PROBLEMA PÚBLICO

“Machismo não é um problema individual. Nem uma opinião pessoal. É importante tratá-lo como um problema público”, defende a representante da ONU Mulheres no Brasil. Um enfoque novo e urgente, em tempos de crescimento de movimentos e comunidades online ligados ao que se chama de machosfera.

Levantamento recente realizado pela Ipsos em parceria com o Instituto Global de Liderança Feminina do King’s College London aponta que 31% dos jovens acreditam que a esposa deve sempre obedecer ao marido, mais que o dobro do registrado entre os homens da geração Baby Boomer (nascidos entre 1946 e 1964).

“Esses conteúdos, na maior parte do tempo, não chegam aos jovens de uma forma explícita e, muitas vezes, aparecem primeiro como conteúdo sobre motivação, sucesso, autoajuda e depois, gradualmente, são introduzidos estereótipos rígidos de masculinidade, de misoginia, ideias prejudiciais sobre mulheres e meninas”, alerta.

Para enfrentar esse cenário, não basta, segundo ela, fazer campanha uma vez por ano. “Precisamos de estratégias permanentes de mudanças de normas sociais. Também é necessário envolver escolas, mídias, plataformas digitais, famílias e fundamentalmente, homens e meninos”, defende. A ONU Mulheres lançou, inclusive, junto com o Unicef, um guia de conversa para ajudar as famílias a iniciar esse diálogo.

MULHERES NA AGENDA CLIMÁTICA

Até 2050, a crise climática pode levar 158 milhões de mulheres e meninas à pobreza extrema, 16 milhões a mais do que homens e meninos; 58 milhões de mulheres vivem em áreas rurais na América Latina, mas só 30% têm terra em seu nome.

Esse é outro tema que não pode ser ignorado nestas eleições e também está presente no documento. “Gênero e raça precisam estar incorporados desde o início da formulação das políticas climáticas, inclusive no orçamento e na avaliação dos resultados”, defende Gallianne Palayret. Também é necessário fazer com o que financiamento chegue na ponta. Organizações lideradas por mulheres desempenham um papel fundamental na proteção de territórios, na segurança alimentar e na resiliência climática, mas enfrentam barreiras históricas de acesso a recursos.

Os desafios são muitos e variados. A lista produzida pela ONU Mulheres poderia ter, segundo a representante, mais de 100 medidas. Seu mérito, no entanto, está em elencar prioridades que ajudam a refletir sobre o voto e a cobrar medidas depois. “Uma democracia que não reflete quem a compõe decide pior e para menos gente”, afirma, com razão, o documento. Independentemente das suas escolhas, pense nisso antes de resolver para quem vai dar o seu voto neste domingo (4/10).


Manoelito Puentes

DRT 6455



AtlasIntel traz virada no cenário de 2º turno e Flávio aparece numericamente à frente de Lula



O senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estão tecnicamente empatados em disputa no segundo turno, conforme pesquisa AtlasIntel/ Bloomberg divulgada nesta terça-feira (29/9). Flávio tem 47,7%, e Lula soma 47,6%.

A pesquisa ouviu 5.005 pessoas entre 23 e 28 de setembro. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-04391/2026.

O cenário se mantém acirrado desde o início de setembro. Na última semana, Lula tinha 47,7%, e Flávio somava 47,4%.

Em primeiro turno, Lula lidera as intenções de voto, com 45,3%. Flávio Bolsonaro (PL) tem 42,2%.

A Atlas ainda indica Renan Santos (Missão) com 5,2%; Augusto Cury (Avante) com 2%; Ronaldo Caiado (PSD) com 1,8%; e Zema (Novo) com 0,9%. Outros (0,5%); voto branco/nulo (0,9%); e não sei (1,2%).


Manoelito Puentes

DRT 6455

CONDER: Prefeitura de Ilhéus nunca esteve impedida de retomar obra do canal do Malhado e já recebeu 7,7 milhões



A Prefeitura de Ilhéus nunca esteve impedida de retomar as obras da segunda etapa da cobertura do canal do Malhado. A afirmação foi feita pela diretora da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Larissa Brito, em entrevista ao programa Expresso do Meio Dia, da Rádio Bahiana de Ilhéus.


Segundo Larissa, o Governo da Bahia já repassou R$ 7,7 milhões ao município, cerca de 58% dos recursos estaduais previstos para a intervenção. Mesmo com o dinheiro já transferido, a obra permaneceu paralisada enquanto a Prefeitura pediu tempo à Conder para analisar o projeto e definir a retomada dos serviços.


“Ela sempre esteve liberada, até porque nós já repassamos 58% do recurso. Ela sempre esteve liberada”, afirmou a diretora. Larissa explicou que, ao assumir a gestão, em 2025, o governo atual do município pediu prazo para conhecer a obra e apresentar um posicionamento à Companhia.


A Conder também informou que ainda não repassou a terceira e última parcela porque a Prefeitura precisa avançar na execução dos serviços correspondentes aos recursos que já recebeu. A liberação do restante depende do andamento físico da obra e da prestação de contas da segunda parcela.


“A gente recebeu e aprovou a prestação de contas da primeira parcela. Da segunda a gente não recebeu. Por quê? Porque ainda não se avançou o necessário para essa etapa de prestação de contas”, detalhou.


A segunda etapa tem investimento total de R$ 13,1 milhões. Desse valor, R$ 10,5 milhões são recursos do Governo da Bahia e R$ 2,6 milhões correspondem à contrapartida municipal. Até agora, o estado transferiu R$ 7,7 milhões para a Prefeitura de Ilhéus.


Larissa disse ainda que a Conder discutiu, em diferentes momentos, a possibilidade de assumir diretamente a execução da obra diante da paralisação. Segundo ela, porém, o município manifestou interesse em manter o convênio e continuar responsável pela segunda etapa.


A terceira etapa será executada diretamente pela Conder, com recursos do Novo PAC e investimento estimado em mais de R$ 17 milhões. O projeto prevê a ampliação da macrodrenagem, construção de canal em concreto armado, recomposição do pavimento, calçadas e ciclovia.


Créditos: Soraya Lisboa 

Manoelito Puentes

DRT 6455

DEPUTADA ROBERTA ROMA SOFRE INFARTO DURANTE AGENDA DE CAMPANHA NA BAHIA


A deputada federal Roberta Roma (PL-BA), de 46 anos, candidata à reeleição, sofreu um infarto durante uma agenda de campanha em Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano, neste sábado (26). Após receber os primeiros atendimentos, ela foi transferida para Salvador, onde permanece internada na UTI Cardíaca do Hospital Cárdio Pulmonar.

Segundo nota divulgada pela família, a parlamentar está estável e segue sob acompanhamento médico. Ela foi submetida a um cateterismo, que não identificou lesões significativas nas artérias coronárias.

A equipe médica também investiga a possibilidade de síndrome de Takotsubo, conhecida como “síndrome do coração partido”, uma condição que pode estar relacionada a situações de estresse emocional ou físico intenso.

Roberta Roma apresentou dor no peito, com irradiação para o braço direito, enquanto participava da agenda em Cruz das Almas. Ela foi inicialmente atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município e, posteriormente, encaminhada para Salvador.

Além do cateterismo, a deputada passa por outros exames para esclarecer  a causa do quadro e acompanhar sua evolução clínica.


Via: IPolitica


Manoelito Puentes

DRT 6455

Em oportunismo eleitoral, Lula aumenta bolsa família

 



O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), reabriu uma ação que estava arquivada desde 2024 para analisar um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) sobre a atualização dos valores do Bolsa Família e validou o reajuste anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A manifestação da DPU foi apresentada um dia antes do anúncio do aumento de 15,04% no programa, destinado a recompor a inflação acumulada desde a reformulação do Bolsa Família, em março de 2023. Como Gilmar era o relator da ação sobre renda básica, o processo foi encaminhado ao seu gabinete pelo presidente do STF, Edson Fachin.

Na decisão, Gilmar afirmou que o decreto presidencial representa apenas uma atualização periódica dos valores do programa social e entendeu que a medida não viola a legislação eleitoral nem cria um novo benefício.

O reajuste começará a ser pago em 19 de outubro. Segundo estimativas do governo, a correção terá impacto de R$ 5,8 bilhões neste ano e de R$ 22,7 bilhões por ano em 2027 e 2028.

A medida também é alvo de questionamentos na Justiça Eleitoral, após ações apresentadas por candidatos que contestam a legalidade do reajuste durante o período eleitoral.


Créditos: Terra Brasil Notícias


Manoelito Puentes

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